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Ata Reunião 09-06-2013 - Marcha da Maconha
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> Ata Reunião 09-06-2013
elis_tarcila
post 26/06/13 - 17:54
Post #1


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09/06) do nosso coletivo (ainda sem nome). Foi exibido o primeiro bloco do programa Roda Viva, com a presença de Ronaldo Laranjeira que foi ao ar no dia 20/05/2013, pra quem não conhece o dito cujo ele é Professor da Unifesp e diretor do Instituto Nacional de Políticas de Álcool e Drogas, do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e foi para falar sobre a política antidrogas brasileira e o Programa de Crack desenvolvido em São Paulo. (quem tiver interesse segue o link do vídeo http://www.youtube.com/ watch?v=Ry5fOdt8DbQ). Após o primeiro bloco foi aberto para discussão. Tentarei colocar em linhas gerais, pois não pontuei fala-a-fala. Foi levantada a problemática da violência que cerca a questão das drogas, principalmente no tocante a abordagem policial ao usuário. Alertou-se para se discriminar o que se esconde sob o nome de "drogas", ou seja, que isso inclui diferentes psicoativos com diferentes histórias e efeitos legais e ilegais, dese remédios, até atividades que possam causar vícios. Questionou-se acerca da hipocrisia da sociedade que consente uma droga - o álcool- que estatísticamente mata mais que a maconha, por exemplo e não se permite discutir a legalização da maconha. Abrindo para temas que estão na base dessa discussão, pontuou-se a questão da educação como primordial para que espaços e debates como esse possam acontecer em outros lugares e que possa ser feito de forma crítica, que sem a educação pessoal e coletiva vamos continuar na ignorância que a mídia e os meios de comunicação tentam nos repassar. Discutiu-se que a história da maconha ajuda a entender o porquê desta droga ser criminalizada nos dias de hoje, pois está ligada a questões sociais, ela é uma droga usada prioritariamente por pretos e pobres, então discutir sobre as drogas é revelar a criminalização do social e a contradição do nosso sistema capitalista. Dentro disso se questionou a guerra declarada as drogas e a forma como é repassado pela mídia, que criou uma rede que não condiz com o real. Falou-se sobre o mercado clandestino/negro alimentado pelos traficantes que se beneficiam com a criminalização. Sobre o vídeo questionou-se o modelo médico colocado pelo psiquiatra Laranjeira. Especialmente as colocações foram contrárias às internações ao próprio Programa de crack, pois não passam de movimentos higienistas e não necessariamente de cuidados ou de tratamento, pra quem não sabe ele é dono de algumas clínicas ou comunidades terapêuticas. Foi apontado que essas comunidades visam mais o lucro financeiro, pois recebem investimentos federais, do que a saúde. Os termos saúde e doença também foram pensados, e se concluiu que saúde não é a ausência de doença que deve ser considerado o BIO-PSICO-SOCIAL do indivíduo. Quando o Laranjeira fala sobre o os CAPS afirma que estes são ineficientes para o fim a que existem, mas ele não comenta que o próprio estado neo-liberal tende a sucatear o serviço com a finalidade de vender o bem para a iniciativa privada, como é o caso das comunidades terapêuticas, que funcionam sob a lógica religiosa e de abstinência total. Esta vai de encontro ao que prega a Redução de Danos adotadas pela maioria dos trabalhadores da saúde mental como método menos danoso e até mais eficiente para os casos de abuso das substâncias. Foi feita uma diferenciação de uso, abuso, e dependência química, em que nem todo abuso gera dependência/vício e muito menos qualquer uso, cada caso é um caso. Os Programas de internação: voluntária (quando o usuário quer), involuntária (quando a família e o médico querem) e a compulsória (determinação do juíz) percebem o usuário primeiramente como todos iguais, segundo como agentes desprovidos das capacidades cognitivas, nas falas de Laranjeira "menos racional" ou tal qual um psicótico, portanto não têm como escolher o que justificaria a internação compulsória, por exemplo, o que é uma grande aberração do ponto de vista psicológico e até mesmo médico e jurídico. São programas que visam unica e exclusivamente limpar a sociedade e as ruas, muito providencial em tempos de Copa do Mundo. O vídeo tenta passar a ideia de que essas internações não usam da coerção, entretanto a coerção não se limita à violência física,m mas perpassa pela verbal e psicológica, vivemos em uma coerção aceitável em quem as drogas são o demônios dos nossos tempos e devem ser exterminadas junto com quem as usa. Ao final tentou-se criar o objetivo do nosso coletivo, que não vai se limitar à construção da Marcha, e sim, que essa será consequência das nossas atividades. Nosso objetivo ficou em linhas gerais, fomento do debate crítico sobre o espectro do que seriam as drogas, bem como a análise dos diferentes entremeios de perpassam pela problemática. Como objetivo específico: Criar a Marcha, Conscientizar através do diálogo os diferentes setores da sociedade sobre a problemática das drogas, agregar mais pessoas para o coletivo, começando pelos nossos amigos para que não tenhamos medo de tirar as máscaras e assumir - usamos maconha- mesmo sabendo do quão complexo é isso para cada um, respeitando o tempo e a decisão de todos, conscientizar que não precisa ser usuário de droga para apoiar a discriminalização e/ou legalização da maconha, assim como a discussão crítica sobre as drogas. Para as atividades vamos usar os espaços de rádios comunitárias, do CInema Alternativo e de espaços culturais de Belém para dialogar nossas ideias... Para próxima reunião (domingo, 16/06, 04:20 pm, loca; Casa Preta) Elaborar a construção de um informativo para divulgar o coletivo e iniciar o diálogo com a sociedade, surgiu a ideia de ser um Zine. Proposição de nomes para o coletivo Pensar outras atividades e formas de divulgação. o que ocorrer,

Presentes:

André Leite

Bruna Raiol

Daniel Amaral

Diego Trujillo

Elis Tarcila

Flávia Camara

Michel Oeiras

Leila Farias

Luisa Elis

Rosemiro Guedes

e mais um outro cidadão que não disse o nome e apenas tomou a palavra pr si algumas vezes e deixou só o e-mail warkozvick@yahoo.com.br

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elis_tarcila
post 26/06/13 - 17:56
Post #2


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Depois de considerarmos que mais ninguem havia entrado em contato pra confirmar se ia ao chalé resolvemos fazer a reunião na capela mesmo.



Nossa conversa foi breve com apenas 3 pontos:



1_ Marcar uma data pra Marcha da Maconha em Belém



A sugestão foi dia 21 de Julho 3º final de julho;

A data ainda estaria dentro do calendário nacional onde tem uma marcada pro dia 26/07;

Será um evento que durará uma tarde inteira com oficna de confecção de cartazes e máscaras concerteza, aula pública, exibição de filmes e talvez show.



2_ Fazer uma infiltração ativa nos protestos que estão acotecendo.



Levar cartazes sobre o temas das drogas (o que alguns já têm feito);

Fazer panfletagem com o dia da marcha já marcado;



3_ Promover um evento cultural pré-marcha



Convidar os artistas interessados na causa pra tocar;

Aulas públicas;

Filmes;

Dois lugares sugeridos: Capela Universitária ou Casa Fora do Eixo Amazônia;

Ainda sem sugestão de data;



Presentes:

Diego Trujillo

Elis Tarcila

Igor Melenas

Michel Oeiras

Yanara Mendes

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